Uma nova modalidade de atrair pessoas para ganhos financeiros imediatos, tem ocorrido em todo o país e agora está chegando em Astolfo Dutra e algumas outras cidades da região. O ”Ajuda Mútua ou Giro solidário“, promete aos participantes ganhos de até mil reais. No entanto, assim como a já conhecida pirâmide e outras formas similares, caracteriza crime previsto no código penal.

Participando em alguns grupos de Whatsapp ou Facebook, podemos ver várias pessoas de Astolfo Dutra, Cataguases, Leopoldina, Ubá e Rio Pomba convidando a entrar no esquema financeiro. Lembramos que a um tempo atrás, empresas como BBOM e TelexFREE foram multadas e outras impedidas de atuar no Brasil por suas ações de ganhos aos membros se caracterizar pirâmide.

Em relação a “Giro Solidário” o esquema funciona no modelo de “mandala”, que necessita do recrutamento frequente de novos membros em um grupo de Whatsapp. O convite é atraente e assegura que se o participante investir R$125, ele terá R$ 1.000 de retorno. Veja abaixo e entenda como funciona o esquema.

Esquema criminoso do Giro Solidário

Muitas das pessoas que aplicam o dinheiro caem no golpe acreditando que terão um retorno rápido. O ‘investimento’ é pouco, e o retorno chega a ser cerca de dez vezes mais. Nestas circunstâncias a pessoa nada mais é que uma vitima de um estelionatário que geralmente recebe o dinheiro dos novos membros.

O que é pirâmide?

O termo pirâmide vem da estrutura como a venda é organizada: a pessoa no topo é a primeira a vender o bem ou serviço para outras pessoas, que também têm a obrigação de continuar com as vendas, formando vários níveis, ou cadeias, sempre com um novo “degrau”. Nesses casos, os pagamentos dos investidores vêm das aplicações feitas pelos novos membros. Em algum momento, a cadeia é rompida: os valores recebidos dos novos recrutados não são suficientes para pagar os membros mais antigos e os pagamentos começam a atrasar, até o momento em que param de ocorrer, com prejuízo para os participante.

Fique atento e denuncie!

As pessoa que for convidada a participar de algum grupo atualmente conhecido como ajuda mútua, deve pesquisar antes. Seja na internet, com parentes ou até na delegacia. É sempre bom que esses ‘investimentos’ não sejam depositados na conta de um desconhecido.

Caso alguém se sinta lesado é necessário que a pessoa vá até uma delegacia registrar queixa para que haja uma investigação. Tome muito cuidado porque o ditado já diz que “dinheiro que entra fácil, sai mais fácil ainda”.

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