Michel Temer assumiu a Presidência da República em 12 de maio de 2016, após os senadores aprovarem a abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff, o que resultou no afastamento dela do cargo. Em agosto, o Senado aprovou o impeachment de Dilma e Temer assumiu a presidência efetivamente.

Nesses 12 meses, a gestão do presidente Michel Temer foi marcada pela adoção do ajuste fiscal na economia, com a definição de um teto para os gastos públicos, e pelo envio das reformas da Previdência, trabalhista e do Ensino Médio para o Congresso Nacional.

Outro ponto marcante do período são os baixos índices de popularidade do presidente que, de acordo com alguns institutos, já marcou menos de 10%. No levantamento mais recente, feito pelo Datafolha, a impopularidade bateu recordes. Para 61% dos entrevistados o governo do peemedebista é ruim ou péssimo.

Há ainda a reação das ruas quanto as reformas trabalhista e da Previdência. No final o mês de abril, ato organização pelas centrais sindicais reuniu uma multidão nas ruas de BH, mesmo com chuva, para marcar posição contra as medidas propostas e em tramitação no Congresso. Apesar de vitórias na tramitação da Lei da Terceirização, por exemplo, o governo tem enfrentado muitas dificuldades para fazer andar a reforma da Previdência. Os parlamentares ainda reclamando de terem que pagar o preço do ajuste pouco popular nas urnas.

Michel Temer além de todas as queixas sobre os atos em seu governo, tem ainda que conviver com a “falta de informação” dos que alegam que o mandato dele é ilegítimo – alegando que ele deu golpe para entrar na presidência sem o foto popular. Mas como foi que Michel temer apareceu por lá? Eis a pergunta que não quer calar!

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